rodrigo santoro
   Bem - Vindo ao site feito para o Rodrigo Santoro, espero q vcs gostem e dexem comentarios.....bjos!!!!!!!!!!

 Escrito por escrito por Débora às 11h15
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 Escrito por escrito por Débora às 11h11
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Nome completo: Rodrigo Junqueira dos Reis

Nome artístico: Rodrigo Santoro
Data de nascimento: 22/08/1975
Local: Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
Profissão: ator

 

Do pai, italiano, ele herdou o sangue quente do sul da Calábria e a paixão pela macarronada – até se aventura ao fogão para cozinhar as suas. Da mãe, uma artista plástica, conserva a veia artística que garante seu lugar entre as feras do horário nobre da TV. Da infância, guarda as lembranças da fazenda do avô, em Ribeirão Preto, onde passava as férias, e a vida tranqüila em Petrópolis, cidade em que nasceu e morou até os 18 anos. Longe das metrópoles, pôde brincar descalço na rua, ter seu carrinho de rolimã e alimentar seu sonho de brilhar nos palcos.

Diferentemente da maioria dos adolescentes que o adoram, Rodrigo nunca gostou de badalações noturnas. Dorme e acorda cedo, dispensa fast-food, não fuma nem bebe e gosta de programas light: cineminha, teatro, visitas aos amigos e, é claro, namorar, porque ninguém é de ferro!

 

Um marco na vida dele aconteceu na adolescência, quando o garoto que adorava os Smurfs conheceu o The Doors. Bastou para se apaixonar pelo rock. Hoje curte vários estilos musicais, do clássico ao new age. A leitura é outra paixão – adorou O Coiote, de Roberto Freire. Mas na literatura ele também é eclético, e em sua estante há lugar para publicações de arte, revistas em quadrinhos, ficção científica e ecologia, sem falar no papa William Shakespeare, um autor que o fascina. Rodrigo não segue rigidamente nenhuma religião, mas admira Jesus Cristo, Buda e Alan Kardec.

Amante de esportes radicais, principalmente os praticados com pranchas, adora desbravar novas trilhas com sua bike, em lugares que não conta pra ninguém. Cuidar da saúde é um prazer especial para este sex simbol de corpo atlético e carinha de príncipe. Faz meditação transcendental para manter em alfa seus 1,90m, 81kg (sapatos 43 e manequim idem). Aquele arzinho zen que cativa é resultado desses freqüentes encontros consigo mesmo. Enquanto cuida do corpo e da mente, Rodrigo também se dedica à preservação do meio ambiente. Abraçou a causa ecológica e topa fazer gratuitamente qualquer campanha para ongs como o Greenpeace.



 Escrito por escrito por Débora às 11h10
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 Escrito por escrito por Débora às 11h03
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 Escrito por escrito por Débora às 10h52
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 Escrito por escrito por Débora às 10h48
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 Escrito por escrito por Débora às 10h43
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 Escrito por escrito por Débora às 10h13
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    Como se esvazia dos personagens?

Rodrigo Santoro:  Fazendo as coisas de que gosto, voltando para mim. Nas últimas férias, viajei pela Europa, depois fui para a Califórnia surfar.

GMT:  Com o que você gasta dinheiro?

Rodrigo Santoro:  Pagando contas. Tenho meu apartamento na Gávea e um Jeep. Não sou consumista, de comprar roupa. Mas compro minha prancha nova, tenho minhas coisas.

GMT:  Qual é seu sonho de consumo?

Rodrigo Santoro:  Uma casa no campo, com cavalos. Cresci no meio do mato, meus dois avôs têm fazenda. O pai do meu pai, que é italiano, tem uma fazendinha em Petrópolis [RJ], onde nasci. O pai da minha mãe tem fazenda em Ribeirão Preto [SP]. Fui criado de pé descalço, com um monte de bichos.

GMT:  Verdade que na infância você quebrou o braço quatro vezes?

Rodrigo Santoro:  Três vezes. Minha mãe diz que eu era um pouco arteiro, vivia pendurado em árvore. Uma vez, caí do cavalo, outra vez torci o braço na jabuticabeira e fiquei preso nos galhos... Meus pais dizem que eu sumia, que me viam de manhã e de noite, e na hora do almoço tinham que ficar me procurando.

GMT:  Você fez 27 anos em agosto. Se sente adulto?

Rodrigo Santoro:  Não sei. A gente fala que adulto é gente grande. Acho que não sou gente grande ainda não. Nem sei se quero ser. Quando volto à fazenda, fico descalço, de short, fazendo as mesmas coisas, só que agora sou maior. Gosto daquela coisa de quando a gente é criança, em que a maior preocupação é qual é a hora do jantar. Com o tempo, claro, você vai amadurecendo, seu olhar se transforma. Tenho preocupações de gente grande, mas na essência me sinto o mesmo.

GMT:  Onde aparece o lado menino?

Rodrigo Santoro:  Quando estou com meus amigos de infância ou fazendo esporte. Surfar é um brinquedinho para mim.

GMT:  Como foi sua educação?

Rodrigo Santoro:  Meu pai é engenheiro mecânico e minha mãe artista plástica. Ela já mexeu com cerâmica, madeira, agora pinta telas. Tenho uma irmã três anos mais nova [Flávia, arquiteta]. Eles nos mostraram os caminhos, deixando que a gente optasse. Quando comecei como ator, eles me disseram: 'Vai ser difícil'. Mas nunca foram contra. Tem pai que acha que tem que educar como ele foi educado. Não entende que o tempo dele era outro, que é outro ser humano ali. Entender que o filho tem outra personalidade, outros desejos, é fundamental. Minha família é maravilhosa. Somos calorosos, de beijar, abraçar. Temos uma relação de amor, sem chavão.

GMT:  Você nunca apanhou?

Rodrigo Santoro:  Ah, tomei umas tamancadas da minha mãe, de leve, mas nunca doía. Eu ria. Na fazenda, minha avó falava: 'Olha a varinha de marmelo!'. Mas nunca vi a tal varinha.

GMT:  Você foi um adolescente rebelde?

Rodrigo Santoro:  Não. Petrópolis é uma cidade menor, tinha aquela coisa de juntar a turma na casa dos amigos, festa com música lenta, nada de mais.

GMT:  Você fumou maconha?

 Rodrigo Santoro:  Já experimentei. Mas não faz parte da minha vida. De vez em quando bebo um pouco, mas não gosto muito do gosto. Bebo vinho ou cerveja, socialmente.



 Escrito por escrito por Débora às 10h22
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 Escrito por escrito por Débora às 10h21
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     Por que você está sozinho?

Rodrigo Santoro:   Talvez eu não esteja tão sozinho assim... (risos) A vida é feita de momentos. Vira-e-mexe encontro uma pessoa na vida. Só não tenho uma namorada para apresentar.

GMT:  É difícil encontrar alguém especial?

Rodrigo Santoro:   O especial é difícil. O próprio nome diz, não está aí a toda hora, é selecionado. Mas não é impossível.

GMT:  O que te atrai numa mulher?

Rodrigo Santoro:   Ah, cara, não tem uma fórmula. É um conjunto: o charme, a personalidade, o magnetismo. Gosto das qualidades de que todo mundo gosta: uma pessoa que tenha caráter, que seja carinhosa, inteligente, de boa índole. Uma pessoa do bem.

GMT:  Quantas vezes você amou?

Rodrigo Santoro:   [Pausa] Poderia contar numa mão.



 Escrito por escrito por Débora às 10h18
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 Escrito por escrito por Débora às 03h13
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 Escrito por escrito por Débora às 03h12
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 Escrito por escrito por Débora às 03h09
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 Escrito por escrito por Débora às 03h07
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